É triste pensar que algo tão puro e sublime, tenha se tornado tão banal hoje em dia.Obter prazer a partir da comunhão de dois corpos,cujos suas almas se completam, expressam afinidades, e estas geram uma sensação inexplicável de entrega mútua onde até as mais livres almas tornam -se dependentes,dos anseios,sonhos e sentimentos do outro, capazes de transformar completamente suas vidas para ficarem mais próximos do ser amado.
Amor, assim era chamado pelo antigos o ato gerador de vidas, este era uma extenção, uma forma a mais de expressar o carinho,a ternura, que um sentia pelo outro.Havia-se um longo processo, cheio de etapas a serem superados até chegar-se ao momento desejado,longas conversas,diversos encontros,apresentações a família,enfim o estabelecimento de um compromisso,pena que isso tenha se tornado algo retrógrado,antigo,fora de moda.
Hoje creio que muito mais no mundo homo e bissexual, como disse um amigo, em um contexto similar(http://www.aventurasdeumbissexual.blogspot.com/, a urgência do corpo)houve uma inversão ,primeiramente existe a obtenção pura e simplesmente do prazer, há uma preocupação muito maior com a obtenção do prazer próprio do que uma preocupação com o outro.E se a noite foi boa e o parceiro (a) demonstrou bom desempenho, há de se pensar em um conhecimento maior sobre a vida do outro, seus anseios,planos,desejos,ocorrendo uma afinidade pensarão no estabelecimento de um compromisso.
Desejo que a forma considerada retrógrada retorne, e que esta que se impõe, seja apenas passageira,para que o amor não deixe de ser um sentimento para tornar-se apenas um adjetivo.
PS: Em uma outra oportunidade me apresentarei.
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Ah, imagina, o Amor é uma graça. Chega ele na porta da nossa casa com revistinhas do Seicho-no-iê, com sua cara de sonso, seu sorriso de canto. Você deixa ele entrar, é claro. Faz que ouve o que ele tem pra falar, mas presta atenção mesmo na boca dele, nos dedos compridos das mãos.
ResponderExcluirheheeheheeheheehhe........
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